terça-feira, 6 de abril de 2010

O blog do Google Brasil: Uma séria ameaça à web na Itália

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domingo, 21 de março de 2010

Vida Saudável - Dicas de como tratar lesões na coluna:o que se vê e não deve fazer numa emergência

 Vida Saudável Dicas de como tratar lesões na coluna:o que se vê e não deve fazer numa emergência





Deslocar uma pessoa que tenha a coluna fraturada pode causar-lhe a morte ou paralisia permanente.



Quando houver suspeita de que uma pessoa fratura da coluna ou do pescoço, só se deve deslocá-la se estiver em perigo de vida. Nesse caso, arraste-a para um local fora de perigo, agarrando-a pelos ombros da camisa e utilizando uma peça de roupa para apoio da cabeça.



O que se deve procurar:



Primeiro, procure indícios do que aconteceu. São maiores as possibilidades de a pessoa ter sofrido uma lesão na coluna se estiver caída junto de um lance de escadas, se tiver sido atropelada ou um objeto pesado lhe tiver caído sobre as costas.



A coluna também pode ter sido afetada se a pessoas saltou de grande altura ou escorregou e caiu sobre as nádegas ou de cabeça. Numa batida de automóveis, a vitima pode ter sofrido um deslocamento violento da cabeça para trás.



Sintomas de lesão de coluna:



-Perda de sensibilidade e de movimentos abaixo da área afetada- por vezes, uma sensação de se ter sido cortado ao meio.



-Dor no local da lesão.



-Dormência ou formigamento nas mãos e nos pés( o que sugere uma lesão no pescoço).



-Incapacidade para mexer os dedos das mãos e dos pe, os pulsos ou os tornozelos, mas sem sinais de fratura de um braço ou perna.



-Insensibilidade á dor quando se belisca a pele.



-Dificuldades respiratórias.



Dicas de como agir para o tratamento de lesões na coluna:



Não mova a vitima nem mesmo para lhe pôr qualquer coisa debaixo da cabeça. Conforte-a e diga-lhe que fique quieta enquanto chama uma ambulância. Enquanto espera, coloque roupa ou cobertores enrolados ao longo da pessoa como apoio e cubra-a com um cobertor.



Se a vitima estiver inconsciente e com a face voltada para cima, retire-lhe da boca com os dedos tudo quanto possa dificultar-lhe a respiração e segure-lhe a maxilar inferior.Vigie cuidadosamente a respiração; se parar, administre-lhe com cuidado a respiração artificial.

terça-feira, 16 de março de 2010

O tratamento da artrose do joelho

O tratamento da artrose do joelho é inicialmente realizado de forma conservadora (sem necessidade de cirurgia). O objetivo é aliviar a dor.. O tratamento da artrose, responde a regras bastantes simples : fisioterapia e cinésioterapia para o reforço muscular e manutenção do eixo de movimentação, orientação dietéticas para a perda de peso e utilização de analgésicos. A fisioterapia alivia a dor e os espasmos musculares, proporcionando à articulação um certo grau de movimento. Também causam o mesmo efeito a aplicação de calor local ou banhos quentes. O reforço muscular é parte fundamental do tratamento bem feito.




O uso de anti inflamatórios deverá obedecer às crises de inflamação e, quanto aos anti artrósicos de ação lenta, estes se justificam, e fazem parte da ação condroprotetora e de redução de medicamentos anti álgicos e anti inflamatórios não hormonais.



Proteger as articulações do uso excessivo é um dos objetivos. Isso pode ser feito através do uso de bengalas, ou através de modificação de hábitos como jardinagem,.



A indicação de tratamentos locais e cirúrgicos, está diretamente ligado à evolução da doença, devendo o especialista, estar sempre vigilante quanto à patologia e a hora correta da indicação da cirurgia. Logo que o tratamento clinico deixar de ser eficaz, a cirurgia pode ser necessária Em artroses leves(pouco avançadas) a artroscopia pode aliviar os sintomas devido ao fato de "lavar a articulação" e regularizar pequenas lesões condrais (cartilagem) e meniscais. Esse tratamento objetiva o alívio da dor através da retirada dos restos da cartilagem, fonte de inflamação, propiciando frequentemente um bom alívio, ainda que temporário (alguns meses ou anos) da dor.



As duas mais frequentes possibilidades terapêuticas cirúrgicas são osteotomia e a artroplastia total ou parcial do joelho (prótese do joelho). A osteotomia do joelho corrige o eixo do membro inferior de forma a equilibrar o peso do paciente sobre o compartimento oposto cuja cartilagem é sã. A prótese total do joelho substitui, em contrapartida, a cartilagem destruída.



Infelizmente o transplante de cartilagem não é indicado nesses casos. Esse é melhor indicado os casos em que há uma perda condral (cartilagem) localizada e traumática.

Artrose é o mesmo que artrite?



"A artrite é uma doença inflamatória que pode afetar várias articulações ao mesmo tempo, por isso denomina-se poliartrite. Não está vinculada com a idade, pois pode aparecer na juventude", explica a especialista.



Existem distintos tipos de artrite, uma delas é a artrite reumatóide. Esta enfermidade compromete o estado geral da pessoa, produzindo abatimento, cansaço e perda de peso. Ademais produz inflamação, tumefação e avermelhamento da articulação. A dor é contínua em repouso e a pessoa levanta-se com muita dor e rigidez.



A artrose, ao contrário, apresenta uma dor mecânica que sente-se depois de utilizar a articulação. Geralmente é uma dor vespertina e alivia-se com o repouso. A pessoa pode levantar-se dolorida e sentir um pouco de rigidez, o que dificulta-lhe o início do movimento. Porém, em alguns minutos a rigidez desaparece e a pessoa pode movimentar-se normalmente.



A artrose diferencia-se da artrite reumatóide pelo comprometimento do estado geral. E também existem pessoas assíntomas, mas o médico pode detectar a artrose em uma radiografia. Isto mostra, entre outras coisas, que o espaço ocupado pela cartilagem é menor que o habitual porque esta está deteriorada. Dado que a cartilagem cumpre a função de amortecer a pressão e o atrito entre os ossos, ao deteriorar-se, os ossos se tocam e se desgastam.



"A medida que o osso se destrói, produz-se um processo reparador que consiste em formar um novo osso, porém com características diferentes do osso normal. É o que se conhece comumente nas vértebras como bico de papagaio, e que tecnicamente denominam-se osteofitos", explica Dubinsky.

Articulações atingidas pela artrose:



Todas as articulações podem ser envolvidas pela artrose. Contudo, vamos falar sobre a do joelho, dos pés, do quadril e das mãos.

* artose do joelho(Gonartrose):



A artrose do joelho pode surgir em consequência de trauma, infecção, meniscectomia, lesão ligamentar ou qualquer outra agressão articular, mas também pode surgir sem causa aparente.A gonartrose atinge mais o sexo feminino que o masculino. Isto se deve às diferenças anatômicas entre os dois sexos: maior diâmetro transversal da bacia feminina (vantagem obstétrica) que implica um maior ângulo em valgo do joelho.



A estrutura mecânica do ortostatismo e da marcha humana assenta na posição vertical das tíbias. Na marcha, quando apenas um pé apóia no solo e o outro avança (fase de apoio), o peso do corpo ficaria medialmente ao eixo da tíbia apoiada, se não existissem importantes mecanismos de recentragem da carga. Um desses mecanismos é dinâmico e é obtido pela ação do músculo tensor da fáscia lata; o outro é estático ou anatômico e deriva da inclinação para dentro das diáfises femurais que assim colocam os joelhos e tíbias o mais próximo possível do eixo das cargas geradas pelo peso do corpo (as tíbias são verticais).



Durante a marcha, o stress na cartilagem articular é muito maior do que o considerado unicamente pelo peso do corpo. A deformidade varizante pode facilmente sobrecarregar o compartimento medial, levando à ruptura da cartilagem.



A gonartrose começa exatamente nas áreas de menor contacto entre as duas superfícies articulares, que são os locais onde a nutrição da cartilagem hialina é menor, pois depende do embebimento/esvaziamento (efeito de esponja). A tendência degenerativa que conduz à artrose do compartimento externo da tróclea fémuro-rotuliana será tanto maior quanto maior for o ângulo em varo do joelho, porque menor a nutrição das suas cartilagens.A gonartrose é caracterizada pela presença de: dor, espasmos musculares, rigidez, limitação do movimento, desgaste e fraqueza muscular, tumefação articular, deformidades, crepitação e perda de função. Durante a inflamação ocorre calor, rubor, tumefação e dor.



A dor de um doente com artrose tem um ritmo, ou seja, tem um modo de ser ao longo do dia. É uma dor mecânica, pelo facto de se agravarem ao longo do dia (devido a esforços) melhorando quando o doente repousa. A rigidez surge, sobretudo, ao iniciar os movimentos sendo esta de curta duração. A limitação do movimento pode surgir precocemente, ao contrário das deformações que, em regra são tardias.



Os músculos quadricípetes e isquiotibiais, sofrem hipotrofia podendo estar relacionada com o desuso, devido ao quadro álgico, que provoca a limitação do movimento e da função.

Mão de uma pessoa com Artrose







Introdução



A osteoartrite, também conhecida como artrose, é uma doença degenerativa que afeta a cartilagem epifisial causando deterioração da mesma.



Conhecendo a Artrose



Esta doença degenerativa das articulações, comumente conhecida como artrite degenerativa ou “artrite do desgaste”, é uma enfermidade reumática que afeta um grande número de pessoas após os cinqüenta anos de idade.



A artrose pode afetar qualquer articulação, contudo, existem algumas áreas que são comumente mais afetadas por este tipo de reumatismo, como, por exemplo, as articulações da coluna, mãos, joelho, pés, quadris e pescoço.



Uma de suas principais causas é desgaste articular gerado a partir da utilização excessiva e sobrecarga nas articulações. É possível que a obesidade seja um fator considerável no desenvolvimento da osteoartrite.



Sintomas



Seus sintomas vão surgindo de forma gradual, e, no começo, podem acometer uma ou mais articulações. A dor é o primeiro sintoma. Em alguns casos surge rigidez articular ao acordar, contudo, esta, costuma desaparecer cerca de meia hora após movimento articular.



Classificação



Quanto a sua classificação, a artrose pode ser primária ou secundária. É primária quando seus fatores desencadeantes são desconhecidos. É secundária quando é originada a partir de uma outra doença, infecção, deformidade, lesão ou uso excessivo da articulação.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

OSTEOARTRITE - Principais sinais e sintomas







OSTEOARTRITE



Principais sinais e sintomas



Sinais Pontos dolorosos nas margens da articulação

Sensibilidade exagerada na articulação

Inchaço articular

Crepitações (atritos)

Derrame intra-articular

Movimentos restritos e dolorosos

Atrofia muscular periarticular

Enrijecimento da articulação

Instabilidade articular

Sintomas Dor relacionada a exercício físico

Dor ao repouso

Dor noturna

Rigidez após inatividade (tempo parado)

Perda de movimento

Sensação de insegurança ou de instabilidade

Limitação funcional

Incapacidade



A dor é, sem dúvida, o sintoma mais importante e comum da osteoartrite. Sua intensidade varia muito, podendo ser bem leve ou muito intensa, com variações semanais ou até diárias. Pode ser pior no final do dia ou no final de semana. Em geral, a sensação de dor piora com o uso da articulação afetada, e assim permanece por horas após a interrupção da atividade física. Enquanto a maioria sinta dores relacionadas ao exercício físico, alguns pacientes descrevem dor ao deitar-se e outros, dor noturna. Alguns relatam sensações de “pontadas” durante certos movimentos ou com a sustentação de peso.



A sensação de rigidez articular é referida pela maior parte dos indivíduos com doença, podendo ser difícil iniciar os movimentos, dando a impressão de que a articulação acometida está “presa”. Essa sensação, porém, vai gradativamente desaparecendo com a movimentação. A rigidez ocorre após um período sem movimentação e, geralmente, não dura mais que 30 minutos.



A restrição de movimentos pode ser descoberta na evolução da doença, sendo, com frequência, acompanhada de dor, que tende a ser pior no final da amplitude do movimento realizado.



Muitos pacientes com osteoartrite queixam-se também de sensação de insegurança ou de instabilidade nas articulações comprometidas. Alguns dizem ter a impressão de que a articulação “falha” no seu desempenho.



Dependendo da gravidade da doença, pode haver diferentes graus de atrofia muscular (diminuição do tamanho dos músculos) na região próxima à articulação afetada.



Durante a execução de movimentos, podem ser percebidas crepitações (estalos), devido ao atrito das superfícies articulares que encontram-se irregulares, interferindo com os movimentos normalmente suaves.



O inchaço, muitas vezes sensível ao toque, é outro sinal frequente de osteoartrite. Pode variar em volume e manter-se por períodos variados de tempo.



Nos casos mais avançados, pode haver grande destruição das estruturas articulares, com importantes deformidades e consequente perda de função, impondo ao paciente dificuldades na sua rotina como, por exemplo, perda de habilidade para vestir-se sozinho, limitações para subir ou descer escadas ou até para caminhar pequenas distâncias.